95 anos de MUITA HISTÓRIA

Para comemorar os 95 anos DO MAIOR CLUBE DE FUTEBOL DO BRASIL, e um dos maiores do mundo, faço minha homenagem em 3 partes, lembrando dos mantos alternativos do Palmeiras. E vou falar das camisas alternativas porque é absolutamente desnecessário lembrar qual é o alviverde mais conhecido do mundo.

A primeira camisa alternativa (third, terceira ou qualquer outro nome que queiram dar), em meus registros, data de 1996. Essa camisa da Rhumell foi uma boa re-leitura do manto de 1917 e que, durante muito tempo, era conhecida por ser a primeira camisa do Palmeiras.

Em 1997, já vestindo Reebok, o Palmeiras não teve simplesmente UMA camisa alternativa, e sim DUAS. A primeira, novamente a re-leitura de 1917;  a segunda, uma ótima variação em branco

No segundo semestre de 1997, o Palmeiras voltava a jogar com a camisa totalmente verde, como suas origens. Esta coleção apresentou um modelo alternativo listrado em 2 tons de verde, com o brasão do Palestra Itália na manga direita. Tivemos 2 variações dessa camisa, uma com o tradicional patrocínio Parmalat e outra com o Santál Active, isotônico da mesma Parmalat.

Amanhã sigo a trajetória das camisas alternativas do Palmeiras. Ainda tem 1998, 99, 2000, 01, 02, 06, 07, 08 e 09. Aguardem!!!


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1996… faltavam as outras camisas

Há algum tempo postei a camisa do ano mágico de 1996, pois bem, não reparei mas ficaram faltando a camisa 2 e 3.

A camisa dois, com um certo atraso, trouxe um desenho um tanto psicodélico que fez bastante sucesso no início da década de 1990. A Adidas, na Europa, havia lançado camisas pra lá de diferentes como o modelo holandês de 88 (que perdurou até a Copa de 90), a célebre camisa da seleção alemã e outras “modas” interessantes. Há de se ressaltar que, aqui no Brasil, empreas como a Dell’Erba, CCS e Penalty usaram e abusaram do direito de criar camisas estranhíssimas. Mas, voltando aos detalhes alviverdes, essa foi uma das camisas mais “carnavalescas” do Palmeiras que, num primeiro momento, achei bastante interessante e marcante mas, que depois, caiu no meu conceito.

Vale ressaltar a literal “Palmeiras” num local onde hoje, tem time que coloca patrocínio. Essa camisa, como a 1, também teve sua variação de “scudettos” (esse era o nome da época, hoje é conhecido como “patch”) da FPF e CBF.

A família ficou completa com a camisa 3, utilizada na Euro America Cup de 1996 (quem se lembra da goleada de 6×1 no Borussia Dortund da Alemanha?). Essa camisa, na minha opinião, foi show de bola. Resgatou um dos primeiros modelos de camisa do Palestra Itália (com a faixa central no peito) e os cordões na gola deu um certo ar de camisa retrô. Termo esse não imaginado na época e tão manjado nos dias de hoje.

Minha sugestão, pra quem tem essa camisa é: guarde-a… é um exemplar raro e histórico!

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O Fábio (Porcopédia) não lembrava da camisa… segue a imagem (créditos da foto, Mercado Livre)


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12 de junho de 1993…

Este dia ainda não acabou, pelo menos para mim e para a camisa daquele maravilhoso dia… tarde de sábado, frio, dia dos namorados. Naquele dia nada importava, apenas esperar  a bola rolar a partir das 16h. Parecia dia de jogo de Copa do Mundo, não se falava em outra coisa aqui em SP… o clima era de festa. Confiança à mil… Nada podia dar errado naquela tarde. E não deu mesmo. 4 x 0, fora o baile, e que baile. O resto é história.

Vamos ao que interessa… neste ano, começamos com Adidas (aliás, estávamos desde 77 com ela) e terminamos de Rhumell. Juro que achava, na época, uma marca muito legal, diferente… como aquelas marcas gringas, já que nossos rivais vestiam as brasileiríssimas Finta e Penalty. Nossa camisa tinha um tecido diferenciado, cheio de escudos do Palmeiras “brilhantes” como marca d’água. Era muito bonita pra época. O melhor de tudo, é que esta camisa resgatou o nosso verde, além de estreitar as listras brancas. Um exemplar histórico!!!


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2001, vacas “emagrecendo” e camisa copiada

Aproveitando a pauta sugerida pelo FC, vamos à primeira camisa pós-Parmalat até que era bastante bonita e “classuda” se não por um pequeno detalhe… tratava-se de cópia descarada de um template Adidas (utilizado pelas seleções francesa e espanhola).

Com essa camisa, chegamos até as semis-finais da Copa Libertadores 2001, além de disputar o RJSP e Paulistão com ela. Durou pouco tempo pois, no mesmo ano, a Pirelli assinaria o contrato de patrocínio que duraria até o final de 2007.

Por falar em cópia descarada, vale ressaltar que tivemos grandes alegrias e algumas tristezas vestindo Rhumell. Uma pena que a empresa sempre foi, digamos assim, enrolada… Utilizou um nome e marca semelhantes à Hummel (dinamarquesa?) e sumiu do mercado da mesma forma que surgiu, repentinamente!


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1996 – CEM comentários

Essa, realmente, foi a camisa de um esquadrão. Um time que meteu mais de 100 gols num Campeonato Paulista, mandando goleada em cima de goleada. Rivaldo, Djalminha, Luizão, Muller, Cafu entre outros. Conquistamos o Paulistão 96 perdendo “apenas” 7 pontos (uma derrota para o Guarani, empates contra União S. João e contra eles). A única decepção que esta camisa deu foi na final da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro. De resto, só saudades… E pra quem não lembra, a Almap e a Volkswagen nos presenteou com um anúncio do Gol, que tentarei reproduzí-lo por aqui, em breve.

Detalhe do modelo utilizado no final de 1995, quando sustentávamos o “patch” (que na época era escudo ou “scudetto”) da CBF, pelo título brasileiro de 1994.

Detalhe do modelo usado após a conquista do Paulistão 96, com “patch” da FPF. Valeu pela lembrança, Dário!


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Apenas lembranças boas…

A vitória diante do Sport, pela Libertadores (acabando com uma invencibilidade de quase um ano na Ilha de Lost), me fez lembrar desta camisa, utilizada na final da Libertadores de 1999. Tá certo que a camisa utilizada no jogo diante do Deportivo Cali, aqui no Palestra Itália, não tinha a gloriosa estrela e nem o escudo da Conmebol, mas vale o registro. Essa camisa estreou bem, com vitória diante do Flamengo, em 21/05/99 naquela virada inesquecível por 4 x 2 (gols do Euller aos 41 e 44 do segundo tempo) no Palestra Itália. Depois deste jogo, nem preciso mais lembrar nada…

Colaborou neste post o amigo Dario Gomes, de Recife/PE.


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