Da série… as “terceiras camisas” alviverdes

No post anterior, falamos das camisas alternativas do Palmeiras. Agora, vou falar um pouco do modelo 1998, da Reebok. Seguindo a linha da camisa anterior, ela apresentava listras em 2 tons de verde, no mesmíssimo modelo da camisa um. Como variãção, foi utilizado o patrocínio do Santál Active.

Vale lembrar que em alguns jogos, essa camisa possuiu o scudetto da CBF, como Campeão da Copa do Brasil 98.

Em 1999, mudou (apenas o nome) do fornecedor das camisas, passando de Reebok para Rhumell. Particularmente, não gosto muito dessa camisa… achei que o vermelho não ficou nem um pouco interessante no verde… merecia algo mais “bem pensado”. Além do mais, com essa camisa deixamos de ganhar do Manchester a final do mundial em 30 de novembro de 1999.

Depois, a Rhumell começou a melhorar a padronagem das camisas 1 e 2 e “inventou” o modelo 3 abaixo.

Sem dúvida nenhuma, essa foi uma das camisas mais estranhas que o Palmeiras jogou. Além de esquisita, nada remetia ao Palmeiras. Misturar 3 tons de verde, azul, vermelho e branco era um desafio quase impossível.

No ano 2000, no primeiro semestre, a camisa sofreu uma “adequação” ao novo corte mas, permaneceu a mesa coisa estranha.

Essa, infelizmente, foi nossa última camisa 3 da vencedora Era Parmalat.

Nos próximos posts, falarei das camisas alternativas da Era Pirelli.


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95 anos de MUITA HISTÓRIA

Para comemorar os 95 anos DO MAIOR CLUBE DE FUTEBOL DO BRASIL, e um dos maiores do mundo, faço minha homenagem em 3 partes, lembrando dos mantos alternativos do Palmeiras. E vou falar das camisas alternativas porque é absolutamente desnecessário lembrar qual é o alviverde mais conhecido do mundo.

A primeira camisa alternativa (third, terceira ou qualquer outro nome que queiram dar), em meus registros, data de 1996. Essa camisa da Rhumell foi uma boa re-leitura do manto de 1917 e que, durante muito tempo, era conhecida por ser a primeira camisa do Palmeiras.

Em 1997, já vestindo Reebok, o Palmeiras não teve simplesmente UMA camisa alternativa, e sim DUAS. A primeira, novamente a re-leitura de 1917;  a segunda, uma ótima variação em branco

No segundo semestre de 1997, o Palmeiras voltava a jogar com a camisa totalmente verde, como suas origens. Esta coleção apresentou um modelo alternativo listrado em 2 tons de verde, com o brasão do Palestra Itália na manga direita. Tivemos 2 variações dessa camisa, uma com o tradicional patrocínio Parmalat e outra com o Santál Active, isotônico da mesma Parmalat.

Amanhã sigo a trajetória das camisas alternativas do Palmeiras. Ainda tem 1998, 99, 2000, 01, 02, 06, 07, 08 e 09. Aguardem!!!


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A exótica camisa manga longa de 1992/93

Logo após o choque da mudança da camisa Adidas/Coca-Cola (verdona e SENSACIONAL) e Adidas/Parmalat tivemos que conviver com um modelo bastante inusitado de camisa… o modelo de manga longa assustou por ter sua manga completamente branca!

Sem dúvida alguma que foi um modelo MUITO ESTRANHO… mas, virou um cult, pois pouquíssimos jogos foram disputados com este modelo. Quando a Rhumell assumiu, o modelo manga longa voltou a ter a padronagem da camisa (verde com as listras brancas).

Se alguém tiver essa camisa para vender, ou souber de alguém que a tenha. fale comigo, hehe!!!


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Uma no cravo…

… outra na ferradura.

O dia 30 de novembro de 1999 foi muito triste. Deixamos de ganhar nosso bi-campeonato mundial nesse dia. Marcos, Arce, Júnior Baiano, Roque Jr e Júnior; César Sampaio, Galeano (Evair), Zinho e Alex; Asprilla (Oséas) e Paulo Nunes (Euller). Felipão era o técnico. Que timaço, meu Deus… e deixamos de ganhar. Tá certo que meteram a mão no segundo tempo com um gol legal do Alex anulado por um estúpido bandeira japonês (e confirmado pelo Sr. Helmut Krug, juiz até que conceituado à época).

Passou… mas vale lembrar sobre a camisa daquele jogo. Estava tudo preparado para entrar sem o Parmalat na parte frontal. Iríamos de camisa 3, sem patrocínios e nome do atleta às costas. Até então, nunca tinha visto o Palmeiras usar desse expediente. De repente, vendo as equipes entrar em campo, vejo o Parmalat, bem na frente… menor que o convencional; nas costas, nome do jogador. Jogamos com uma camisa típica européia (até as mangas eram longas!). Show de bola. Vale a lembrança!


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1996… faltavam as outras camisas

Há algum tempo postei a camisa do ano mágico de 1996, pois bem, não reparei mas ficaram faltando a camisa 2 e 3.

A camisa dois, com um certo atraso, trouxe um desenho um tanto psicodélico que fez bastante sucesso no início da década de 1990. A Adidas, na Europa, havia lançado camisas pra lá de diferentes como o modelo holandês de 88 (que perdurou até a Copa de 90), a célebre camisa da seleção alemã e outras “modas” interessantes. Há de se ressaltar que, aqui no Brasil, empreas como a Dell’Erba, CCS e Penalty usaram e abusaram do direito de criar camisas estranhíssimas. Mas, voltando aos detalhes alviverdes, essa foi uma das camisas mais “carnavalescas” do Palmeiras que, num primeiro momento, achei bastante interessante e marcante mas, que depois, caiu no meu conceito.

Vale ressaltar a literal “Palmeiras” num local onde hoje, tem time que coloca patrocínio. Essa camisa, como a 1, também teve sua variação de “scudettos” (esse era o nome da época, hoje é conhecido como “patch”) da FPF e CBF.

A família ficou completa com a camisa 3, utilizada na Euro America Cup de 1996 (quem se lembra da goleada de 6×1 no Borussia Dortund da Alemanha?). Essa camisa, na minha opinião, foi show de bola. Resgatou um dos primeiros modelos de camisa do Palestra Itália (com a faixa central no peito) e os cordões na gola deu um certo ar de camisa retrô. Termo esse não imaginado na época e tão manjado nos dias de hoje.

Minha sugestão, pra quem tem essa camisa é: guarde-a… é um exemplar raro e histórico!

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O Fábio (Porcopédia) não lembrava da camisa… segue a imagem (créditos da foto, Mercado Livre)


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12 de junho de 1993…

Este dia ainda não acabou, pelo menos para mim e para a camisa daquele maravilhoso dia… tarde de sábado, frio, dia dos namorados. Naquele dia nada importava, apenas esperar  a bola rolar a partir das 16h. Parecia dia de jogo de Copa do Mundo, não se falava em outra coisa aqui em SP… o clima era de festa. Confiança à mil… Nada podia dar errado naquela tarde. E não deu mesmo. 4 x 0, fora o baile, e que baile. O resto é história.

Vamos ao que interessa… neste ano, começamos com Adidas (aliás, estávamos desde 77 com ela) e terminamos de Rhumell. Juro que achava, na época, uma marca muito legal, diferente… como aquelas marcas gringas, já que nossos rivais vestiam as brasileiríssimas Finta e Penalty. Nossa camisa tinha um tecido diferenciado, cheio de escudos do Palmeiras “brilhantes” como marca d’água. Era muito bonita pra época. O melhor de tudo, é que esta camisa resgatou o nosso verde, além de estreitar as listras brancas. Um exemplar histórico!!!


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Eu diria, a mais estranha

Duas camisas em um único post. Eu diria que essa foi a camisa mais estranha que o Palmeiras jogou. Foi em 2000, último ano da Parmalat em nosso manto. A primeira, utilizada no segundo semestre, a de baixo, utilizada no primeiro. Jogamos, basicamente, a Copa dos Campeões daquele ano, além da final do Rio-São Paulo (quando batemos o Vasco em pleno Panetone). Quem tiver mais informações dessa camisa ou relatos, o post está aí!


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1997/98… camisa 2

Emendando o comentário do Dário, sobre a camisa de 1998, publiquei o modelo antecessor. Particularmente, gostei deste modelo utilizado no final de 1997 (patrocínio revezado com a Parmalat) e início de 1998. Irei levantar as datas corretas mas adianto que gosto muito desta coleção, composta pela camisa 1 (em 2 tons de verde, divididos pela metade), camisa 2 (esta) e a terceira camisa (listrada nos mesmos tons da primeira, e com escudo do Palestra Itália na manga). Bela camisa feita pela Reebok.


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O início da Era Parmalat

Essa camisa marcou o início numa nova era no futebol, não só do Palmeiras, mas brasileiro. A co-gestão com a Parmalat foi um marco de modernidade no futebol brasileiro, com administração profissional, craques e títulos, muitos títulos. Essa camisa estreou na noite de 26/04/92 (quase 17 anos!) diante de mais de 18 mil pagantes no Palestra Itália, contra o Cruzeiro, num jogo válido pela primeira fase do campeonato brasileiro daquele ano. Ganhamos por 1×0, gol do atacante Paulo Sérgio, aos 28 do primeiro tempo. Em campo estavam: Carlos, Odair, Toninho, Tonhão e Biro (Galeano); César Sampaio (com a camisa acima), Daniel Frasson, Betinho (César) e Edu Marangon; Márcio e Paulo Sérgio. Técnico: Nelsinho Batista.


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1996 – CEM comentários

Essa, realmente, foi a camisa de um esquadrão. Um time que meteu mais de 100 gols num Campeonato Paulista, mandando goleada em cima de goleada. Rivaldo, Djalminha, Luizão, Muller, Cafu entre outros. Conquistamos o Paulistão 96 perdendo “apenas” 7 pontos (uma derrota para o Guarani, empates contra União S. João e contra eles). A única decepção que esta camisa deu foi na final da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro. De resto, só saudades… E pra quem não lembra, a Almap e a Volkswagen nos presenteou com um anúncio do Gol, que tentarei reproduzí-lo por aqui, em breve.

Detalhe do modelo utilizado no final de 1995, quando sustentávamos o “patch” (que na época era escudo ou “scudetto”) da CBF, pelo título brasileiro de 1994.

Detalhe do modelo usado após a conquista do Paulistão 96, com “patch” da FPF. Valeu pela lembrança, Dário!


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