Lançamento das camisas 2010/2011

Quem visita este blog sabe que não sou de ficar postando informações que não sejam relacionadas a história das camisas do Palmeiras mas, neste caso, abrirei uma exceção.

Fui ao lançamento da nova linha Palmeiras Adidas 2010/2011 e me surpreendi. Achei a linha sensacional e o mote da camisa, relembrando as 5 coroas foi, simplesmente, jogada de mestre.

A camisa, de certa forma, está bem parecida com o modelo 2008/2009, mas os detalhes a deixaram única. As 5 coroas na direita e o detalhe das 5 estrelas na gola deram um tom especial e os frisos dourados fechou a peça com chave de ouro, literalmente. Quanto à numeração às costas, não teremos novidades. Apesar de o lançamento ser feito com camisas sem número, seguirá o mesmo padrão atual (branco com frisos dourados).

A camisa away deverá repetir o sucesso da antiga “electric green” só que, desta vez, com mais detalhes em verde escuro. Diferente da primeira vez que usamos este verde, o meião será na cor da camisa, e não do calção. Quanto ao número, acredito que mantenha da camisa branca (números verdes com frisos brancos). Como detalhe, em volta do escudo, “defesa que ninguém passa, linha atacante de raça”.

Com relação aos goleiros, voltamos às origens e São Marcos sempre quis jogar de branco… pronto, desejos atendidos. As primeiras camisas de goleiro do Palestra Itália eram brancas com detalhes verdes e vermelhos. A camisa principal de goleiro será azul marinho, como manda a tradição do Palmeiras.

No mais, evento sensacional, e aproveito para mandar um abraço aos amigos que encontrei por lá… Jota, Maurício Rito, Tarso, Finelli… e não poderia deixar de agradecer o Leandro Gregolin!


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Na primeira camisa Fiat, quem rouba a cena é a Suvinil

Comemorando a volta da Fiat ao manto sagrado alviverde (ainda sem digerir corretamente a saída da Samsung) apresento, novamente, o primeiro modelo utilizado com a marca italiana, em janeiro de 2008.

A camisa teve um toque polêmico… as “latinhas” de Suvinil nas mangas, que destoaram bastante da camisa. Jogamos algumas partidas com ela, para ser mais exato, quatro partidas, (estreamos contra o Santos, em 20/01, na Vila Belmiro, depois Marília, Mirassol e finalizamos contra o Ituano, em 30/01, em Piracicaba). Após clamor da torcida e, excelente monitoramento de redes sociais, em 02/02/2008, contra o Noroeste (em Bauru), usamos o modelo atualizado, sem o fundo do logo da Suvinil nas mangas.

Pois é, na estréia da Fiat na camisa do Palmeiras, em 2008, quem roubou a cena foi a Suvinil. E agora, na reestréia, será que alguém rouba a cena também? Pretendentes não faltam: Tim, Parmalat, Unimed entre outras.
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em tempo: o comentário do Fabrício veio muito bem a calhar… esta camisa estreou sem as latinhas de Suvinil (contra o Sertãozinho), que viriam no jogo seguinte (contra o Santos mesmo!)


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Palmeiras é Brasil… não, o Brasil é Palmeiras!

Eu não sabia, mas a única oportunidade que a seleção brasileira teve um técnico estrangeiro foi em 07 de setembro de 1965.

Onde? Estádio do Mineirão.
Situação? Inauguração deste sensacional estádio.
Porquê? Bom, essa é a melhor pergunta… nesta data, o Palmeiras foi Brasil, ou melhor, o Brasil foi Palmeiras.

Embalado por um dos títulos nacionais mais importantes do ano (o Rio-São Paulo), a equipe comandada pelo argentino Filpo Nuñez foi convidada pela CDB para representar a seleção brasileira no torneio de inauguração do estádio do Mineirão, em BH, a Taça Independência (não por acaso, disputada em 07 de setmbro). Valdir, Djalma Santos, Valdemar Carabina, Djalma Dias e Ferrari. Dudu, Servílio, Ademir da Guia e Tupazinho. Julinho e Rinaldo. Uma verdadeira seleção. Uma justa homenagem a esta seleção… e que possa servir de inspiração para esses caras que foram para a África do Sul (que me recuso a chamar de seleção).


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Para esquecer nossos “Trapalhões”

É pessoal, enquanto Didi, Dedé, Mussum e Zacarias, digo, Cipullo, Seraphim, Savério e Genaro continuarem na diretoria do Palmeiras, teremos que conviver com piadas do tipo “Candeeeeenho como novo gerente de futebol”, “Contratação do Kléber Gladiador” e outras pérolas, quero relembrar uma camisa que não temos boas notícias (e nem tão ruins)… as camisas de 2005, as últimas da série “Diadora no Palmeiras”.

Particularmente, nunca achei estes modelos da Diadora um primor. Não sei se por conta do meu físico, a camisa (mesmo a GG) ficava por demais apertada ou, simplesmente, a camisa não tinha apelo mesmo. Comoponto positivo, à época, este era o segundo modelo mundial da Diadora, perdendo apenas para a Roma (e não sei porque o segundo, se esta camisa vendia mais que a da Roma).


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Camisa comemorativa dos 90 anos

No embalo da última partida oficial no Palestra Itália, quero falar um pouco desta maravilhosa camisa lançada pela Diadora em 2004.

Jogamos apenas uma partida com ela. Foi a partida de número 4954 da história do Palestra/Palmeiras, e ocorreu na tarde do dia 07 de setembro de 2004, válida pelo segundo turno do Campeonato Brasileiro/2004. Perdemos de 3 x 1 e quem fez o tento alviverde com esta camisa foi o ex-atacante Osmar.

À época, a justificativa da confecção dessa camisa foi o primeiro uniforme oficial e etc.

O site oficial do clube nos apresenta esta imagem mas não cita se foi utilizada ou não. Registros mostram que o primeiro jogo foi com esta camisa e o primeiro jogo oficial com esta.

Em todo caso, vale a camisa… trata-se de uma peça rara e indspensável em qualquer coleção palestrina.


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O primeiro patrocínio “de temporada” do Palmeiras

O ano era 1987 e as vacas eram magras. Vínhamos de uma decepcionante perda de título para Internacional de Limeira no ano anterior e o time não prometia grandes triunfos. Edu (que na época era apenas Edu e não Edu Manga) era o principal expoente de um time onde  que prevalecia era a camisa.

Falando da camisa, os mantos dos anos 80, para mim, foram os mais bonitos e marcantes. Verde escuro e tradicional, camisa sem firulas e mangas  e golas brancas… simples assim e classuda demais.

Modelo da camisa do Palmeiras 1987/1988 - Adidas - Agip

Essa camisa marcou o primeiro patrocinador de temporada na camisa do Palmeiras, ficando parte dos anos de 1987 e 88.


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Da série… as “terceiras camisas” alviverdes

No post anterior, falamos das camisas alternativas do Palmeiras. Agora, vou falar um pouco do modelo 1998, da Reebok. Seguindo a linha da camisa anterior, ela apresentava listras em 2 tons de verde, no mesmíssimo modelo da camisa um. Como variãção, foi utilizado o patrocínio do Santál Active.

Vale lembrar que em alguns jogos, essa camisa possuiu o scudetto da CBF, como Campeão da Copa do Brasil 98.

Em 1999, mudou (apenas o nome) do fornecedor das camisas, passando de Reebok para Rhumell. Particularmente, não gosto muito dessa camisa… achei que o vermelho não ficou nem um pouco interessante no verde… merecia algo mais “bem pensado”. Além do mais, com essa camisa deixamos de ganhar do Manchester a final do mundial em 30 de novembro de 1999.

Depois, a Rhumell começou a melhorar a padronagem das camisas 1 e 2 e “inventou” o modelo 3 abaixo.

Sem dúvida nenhuma, essa foi uma das camisas mais estranhas que o Palmeiras jogou. Além de esquisita, nada remetia ao Palmeiras. Misturar 3 tons de verde, azul, vermelho e branco era um desafio quase impossível.

No ano 2000, no primeiro semestre, a camisa sofreu uma “adequação” ao novo corte mas, permaneceu a mesa coisa estranha.

Essa, infelizmente, foi nossa última camisa 3 da vencedora Era Parmalat.

Nos próximos posts, falarei das camisas alternativas da Era Pirelli.


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Festa não-oficial de 95 anos do MAIOR DO BRASIL

Vamos repassar o convite… você, palestrino, está convidado!


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95 anos de MUITA HISTÓRIA

Para comemorar os 95 anos DO MAIOR CLUBE DE FUTEBOL DO BRASIL, e um dos maiores do mundo, faço minha homenagem em 3 partes, lembrando dos mantos alternativos do Palmeiras. E vou falar das camisas alternativas porque é absolutamente desnecessário lembrar qual é o alviverde mais conhecido do mundo.

A primeira camisa alternativa (third, terceira ou qualquer outro nome que queiram dar), em meus registros, data de 1996. Essa camisa da Rhumell foi uma boa re-leitura do manto de 1917 e que, durante muito tempo, era conhecida por ser a primeira camisa do Palmeiras.

Em 1997, já vestindo Reebok, o Palmeiras não teve simplesmente UMA camisa alternativa, e sim DUAS. A primeira, novamente a re-leitura de 1917;  a segunda, uma ótima variação em branco

No segundo semestre de 1997, o Palmeiras voltava a jogar com a camisa totalmente verde, como suas origens. Esta coleção apresentou um modelo alternativo listrado em 2 tons de verde, com o brasão do Palestra Itália na manga direita. Tivemos 2 variações dessa camisa, uma com o tradicional patrocínio Parmalat e outra com o Santál Active, isotônico da mesma Parmalat.

Amanhã sigo a trajetória das camisas alternativas do Palmeiras. Ainda tem 1998, 99, 2000, 01, 02, 06, 07, 08 e 09. Aguardem!!!


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A exótica camisa manga longa de 1992/93

Logo após o choque da mudança da camisa Adidas/Coca-Cola (verdona e SENSACIONAL) e Adidas/Parmalat tivemos que conviver com um modelo bastante inusitado de camisa… o modelo de manga longa assustou por ter sua manga completamente branca!

Sem dúvida alguma que foi um modelo MUITO ESTRANHO… mas, virou um cult, pois pouquíssimos jogos foram disputados com este modelo. Quando a Rhumell assumiu, o modelo manga longa voltou a ter a padronagem da camisa (verde com as listras brancas).

Se alguém tiver essa camisa para vender, ou souber de alguém que a tenha. fale comigo, hehe!!!


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