O cuidado com o nome do jogador numa camisa
Lendo notícias sobre o atual imbrólio de um dos atacantes do Palmeiras, me veio à cabeça todo esforço de tempo e grana despendido pela atual diretoria em repatriá-lo e agora, usando como desculpa esfarrapada e generalizando a ação de 3 ou 4 marginais como sentimento e representatividade da torcida do Palmeiras… pois bem, lembro-me das ações de marketing e venda de produtos com seu nome, utilização de imagens em diversos sites, blogs… até declarações do tipo “que me arrepio só de usar esta camisa…” pura bobagem.
Tivemos e temos exemplos de jogadores que, realmente, merecem estampar seu nome às costas do manto sagrado alviverde. Não vou citar nomes para não cometer o sacrilégio de esquecer de algum.
Uma pena que, essa onda de “nome na camisa” é relativamente nova no Brasil. Pra dizer a verdade, o Palmeiras começou a utilizar este expediente em meados de 1998, na Copa Mercosul… vou resgatar a imagem.
Depois, em momentos não contínuos, voltamos com o nome na final do Intercontinental de 1999, como no exemplo abaixo:
Em 2000, na Libertadores, também utilizamos essa “nova onda”
Claro que não houveram só essas… de 2000 até agora, utilizamos vários modelos, mas aqui estou apenas apontando alguns para que você, torcedor, reflita bem quando for comprar uma camisa do “craque da moda”.
Quer homenagear um craque de verdade, quando comprar sua camisa e, por exemplo, ela tiver o número 10 às costas, pense em colocar nomes como Ademir da Guia, Alex, Valdívia… se for 9, pense em Evair, Cesar… 7, Edmundo, Rodrigues, Edu… se for 25, lembre do Galeano! Cuidado com os “craques da moda”… você não vai querer uma camisa manchada para sempre, vai?




