Da série… as “terceiras camisas” alviverdes

No post anterior, falamos das camisas alternativas do Palmeiras. Agora, vou falar um pouco do modelo 1998, da Reebok. Seguindo a linha da camisa anterior, ela apresentava listras em 2 tons de verde, no mesmíssimo modelo da camisa um. Como variãção, foi utilizado o patrocínio do Santál Active.

Vale lembrar que em alguns jogos, essa camisa possuiu o scudetto da CBF, como Campeão da Copa do Brasil 98.

Em 1999, mudou (apenas o nome) do fornecedor das camisas, passando de Reebok para Rhumell. Particularmente, não gosto muito dessa camisa… achei que o vermelho não ficou nem um pouco interessante no verde… merecia algo mais “bem pensado”. Além do mais, com essa camisa deixamos de ganhar do Manchester a final do mundial em 30 de novembro de 1999.

Depois, a Rhumell começou a melhorar a padronagem das camisas 1 e 2 e “inventou” o modelo 3 abaixo.

Sem dúvida nenhuma, essa foi uma das camisas mais estranhas que o Palmeiras jogou. Além de esquisita, nada remetia ao Palmeiras. Misturar 3 tons de verde, azul, vermelho e branco era um desafio quase impossível.

No ano 2000, no primeiro semestre, a camisa sofreu uma “adequação” ao novo corte mas, permaneceu a mesa coisa estranha.

Essa, infelizmente, foi nossa última camisa 3 da vencedora Era Parmalat.

Nos próximos posts, falarei das camisas alternativas da Era Pirelli.


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A volta da grande Adidas

Depois de momentos vitoriosos com os produtos “piratas” da Rhumell, representação da Reebok (era Rhumell do mesmo jeito) e Diadora (leia-se Fillon), voltamos a boa e comptente Adidas na camisa e todo material do futebol.

Dessa vez, o template Adidas utilizado foi, novamente, a da camisa da seleção espanhola (como a Rhumell fez em 2001). Achei, sinseramente, que o nosso modelo ficou muito mais bonito que o espanhol (apesar desta gola ser bastante estranha).

Com essa camisa, disputamos a Libertadores, Paulistão e o Brasileiro 2006. Não conquistamos títulos com ela, mas serviu para voltarmos com o pé direito no mundo das três listras.

Neste mesmo ano, estreamos a camisa 3 cinza (depois de um longo tempo com apenas camisa 1 e 2), mas isto é assunto para outro post.


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As primeiras camisas Palmeiras/Pirelli

Ressaca pós-Parmalat… ficamos o ano de 2000 praticamente sem patrocinador até que surge a Pirelli no caminho do Palmeiras. Com isso, camisa nova.

 

Vou ser sincero… num primeiro momento, achei a camisa esquisita mas, com o tempo, me acostumei com ela e até gostei. A Rhumell trabalhou com 2 modelos de camisa, um mais simples (tecido fininho, número em transfer no próprio tecido) e outro, digamos assim, oficial mesmo (com tecido mais grosso, nmeração em adesivo, escudo e patrocinador bordado, etiqueta de numeração e autenticidade).

 

A camisa 2 ficou classuda mas, na minha opinião, nada além. O que eu achei diferente nessa coleção foram as terceiras camisas. A primeira, com listras vermelhas e verde claro, a segunda (e muuuuuito feia e estranha, por sinal) toda verde água com golas cinzas.

Essas camisas estrearam no segundo semestre de 2001 e foram até o segundo semestre de 2002 (vale lembrar que esta camisa 3, acima, durou só 6 meses)

A partir de janeiro de 2002, a terceira camisa foi “isso” aí em cima. Se não me engano, jogamos alguma copa “caça níquel” lá no Pará com ela, mas vou checar as datas e troneios corretos.

Essa camisa é muito estranha. Verde água, com detalhes em cinza “prateado”, partocinador e número vermelho e frisos azuis… muito, mas muito estranha e feia, diga-se de passagem!


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