Para esquecer nossos “Trapalhões”

É pessoal, enquanto Didi, Dedé, Mussum e Zacarias, digo, Cipullo, Seraphim, Savério e Genaro continuarem na diretoria do Palmeiras, teremos que conviver com piadas do tipo “Candeeeeenho como novo gerente de futebol”, “Contratação do Kléber Gladiador” e outras pérolas, quero relembrar uma camisa que não temos boas notícias (e nem tão ruins)… as camisas de 2005, as últimas da série “Diadora no Palmeiras”.

Particularmente, nunca achei estes modelos da Diadora um primor. Não sei se por conta do meu físico, a camisa (mesmo a GG) ficava por demais apertada ou, simplesmente, a camisa não tinha apelo mesmo. Comoponto positivo, à época, este era o segundo modelo mundial da Diadora, perdendo apenas para a Roma (e não sei porque o segundo, se esta camisa vendia mais que a da Roma).


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Da série… as “terceiras camisas” alviverdes

No post anterior, falamos das camisas alternativas do Palmeiras. Agora, vou falar um pouco do modelo 1998, da Reebok. Seguindo a linha da camisa anterior, ela apresentava listras em 2 tons de verde, no mesmíssimo modelo da camisa um. Como variãção, foi utilizado o patrocínio do Santál Active.

Vale lembrar que em alguns jogos, essa camisa possuiu o scudetto da CBF, como Campeão da Copa do Brasil 98.

Em 1999, mudou (apenas o nome) do fornecedor das camisas, passando de Reebok para Rhumell. Particularmente, não gosto muito dessa camisa… achei que o vermelho não ficou nem um pouco interessante no verde… merecia algo mais “bem pensado”. Além do mais, com essa camisa deixamos de ganhar do Manchester a final do mundial em 30 de novembro de 1999.

Depois, a Rhumell começou a melhorar a padronagem das camisas 1 e 2 e “inventou” o modelo 3 abaixo.

Sem dúvida nenhuma, essa foi uma das camisas mais estranhas que o Palmeiras jogou. Além de esquisita, nada remetia ao Palmeiras. Misturar 3 tons de verde, azul, vermelho e branco era um desafio quase impossível.

No ano 2000, no primeiro semestre, a camisa sofreu uma “adequação” ao novo corte mas, permaneceu a mesa coisa estranha.

Essa, infelizmente, foi nossa última camisa 3 da vencedora Era Parmalat.

Nos próximos posts, falarei das camisas alternativas da Era Pirelli.


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A volta da grande Adidas

Depois de momentos vitoriosos com os produtos “piratas” da Rhumell, representação da Reebok (era Rhumell do mesmo jeito) e Diadora (leia-se Fillon), voltamos a boa e comptente Adidas na camisa e todo material do futebol.

Dessa vez, o template Adidas utilizado foi, novamente, a da camisa da seleção espanhola (como a Rhumell fez em 2001). Achei, sinseramente, que o nosso modelo ficou muito mais bonito que o espanhol (apesar desta gola ser bastante estranha).

Com essa camisa, disputamos a Libertadores, Paulistão e o Brasileiro 2006. Não conquistamos títulos com ela, mas serviu para voltarmos com o pé direito no mundo das três listras.

Neste mesmo ano, estreamos a camisa 3 cinza (depois de um longo tempo com apenas camisa 1 e 2), mas isto é assunto para outro post.


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As primeiras camisas Palmeiras/Pirelli

Ressaca pós-Parmalat… ficamos o ano de 2000 praticamente sem patrocinador até que surge a Pirelli no caminho do Palmeiras. Com isso, camisa nova.

 

Vou ser sincero… num primeiro momento, achei a camisa esquisita mas, com o tempo, me acostumei com ela e até gostei. A Rhumell trabalhou com 2 modelos de camisa, um mais simples (tecido fininho, número em transfer no próprio tecido) e outro, digamos assim, oficial mesmo (com tecido mais grosso, nmeração em adesivo, escudo e patrocinador bordado, etiqueta de numeração e autenticidade).

 

A camisa 2 ficou classuda mas, na minha opinião, nada além. O que eu achei diferente nessa coleção foram as terceiras camisas. A primeira, com listras vermelhas e verde claro, a segunda (e muuuuuito feia e estranha, por sinal) toda verde água com golas cinzas.

Essas camisas estrearam no segundo semestre de 2001 e foram até o segundo semestre de 2002 (vale lembrar que esta camisa 3, acima, durou só 6 meses)

A partir de janeiro de 2002, a terceira camisa foi “isso” aí em cima. Se não me engano, jogamos alguma copa “caça níquel” lá no Pará com ela, mas vou checar as datas e troneios corretos.

Essa camisa é muito estranha. Verde água, com detalhes em cinza “prateado”, partocinador e número vermelho e frisos azuis… muito, mas muito estranha e feia, diga-se de passagem!


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