Da série… as “terceiras camisas” alviverdes

No post anterior, falamos das camisas alternativas do Palmeiras. Agora, vou falar um pouco do modelo 1998, da Reebok. Seguindo a linha da camisa anterior, ela apresentava listras em 2 tons de verde, no mesmíssimo modelo da camisa um. Como variãção, foi utilizado o patrocínio do Santál Active.

Vale lembrar que em alguns jogos, essa camisa possuiu o scudetto da CBF, como Campeão da Copa do Brasil 98.

Em 1999, mudou (apenas o nome) do fornecedor das camisas, passando de Reebok para Rhumell. Particularmente, não gosto muito dessa camisa… achei que o vermelho não ficou nem um pouco interessante no verde… merecia algo mais “bem pensado”. Além do mais, com essa camisa deixamos de ganhar do Manchester a final do mundial em 30 de novembro de 1999.

Depois, a Rhumell começou a melhorar a padronagem das camisas 1 e 2 e “inventou” o modelo 3 abaixo.

Sem dúvida nenhuma, essa foi uma das camisas mais estranhas que o Palmeiras jogou. Além de esquisita, nada remetia ao Palmeiras. Misturar 3 tons de verde, azul, vermelho e branco era um desafio quase impossível.

No ano 2000, no primeiro semestre, a camisa sofreu uma “adequação” ao novo corte mas, permaneceu a mesa coisa estranha.

Essa, infelizmente, foi nossa última camisa 3 da vencedora Era Parmalat.

Nos próximos posts, falarei das camisas alternativas da Era Pirelli.


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Uma no cravo…

… outra na ferradura.

O dia 30 de novembro de 1999 foi muito triste. Deixamos de ganhar nosso bi-campeonato mundial nesse dia. Marcos, Arce, Júnior Baiano, Roque Jr e Júnior; César Sampaio, Galeano (Evair), Zinho e Alex; Asprilla (Oséas) e Paulo Nunes (Euller). Felipão era o técnico. Que timaço, meu Deus… e deixamos de ganhar. Tá certo que meteram a mão no segundo tempo com um gol legal do Alex anulado por um estúpido bandeira japonês (e confirmado pelo Sr. Helmut Krug, juiz até que conceituado à época).

Passou… mas vale lembrar sobre a camisa daquele jogo. Estava tudo preparado para entrar sem o Parmalat na parte frontal. Iríamos de camisa 3, sem patrocínios e nome do atleta às costas. Até então, nunca tinha visto o Palmeiras usar desse expediente. De repente, vendo as equipes entrar em campo, vejo o Parmalat, bem na frente… menor que o convencional; nas costas, nome do jogador. Jogamos com uma camisa típica européia (até as mangas eram longas!). Show de bola. Vale a lembrança!


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12 de junho de 1993…

Este dia ainda não acabou, pelo menos para mim e para a camisa daquele maravilhoso dia… tarde de sábado, frio, dia dos namorados. Naquele dia nada importava, apenas esperar  a bola rolar a partir das 16h. Parecia dia de jogo de Copa do Mundo, não se falava em outra coisa aqui em SP… o clima era de festa. Confiança à mil… Nada podia dar errado naquela tarde. E não deu mesmo. 4 x 0, fora o baile, e que baile. O resto é história.

Vamos ao que interessa… neste ano, começamos com Adidas (aliás, estávamos desde 77 com ela) e terminamos de Rhumell. Juro que achava, na época, uma marca muito legal, diferente… como aquelas marcas gringas, já que nossos rivais vestiam as brasileiríssimas Finta e Penalty. Nossa camisa tinha um tecido diferenciado, cheio de escudos do Palmeiras “brilhantes” como marca d’água. Era muito bonita pra época. O melhor de tudo, é que esta camisa resgatou o nosso verde, além de estreitar as listras brancas. Um exemplar histórico!!!


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1994/95. Tetra brasileiro e a preparação o timaço do ano seguinte

Essa camisa estreou muito bem… o tetra campeonato brasileiro coroou a primeira fase de conquistas com a antiga co-gestora. Já o ano de 1995 foi um que não tivemos grandes emoções futebolísticas (exceto por nossa “quase” virada em cima do Grêmio, pela Libertadores).

Na minha opinião, a falecida Rhumell acertou a mão ao “atualizar” o modelo vitorioso de 1993 trocando golas e punhos e repaginando o segundo uniforme (pra mim, uma das mais lindas camisas brancas do Palmeiras).


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1996/97… e a primeira coleção com 4 camisas

Antes de mandar as imagens, peço desde já a ajuda preciosa dos meus amigos para voltarmos às datas exatas de lançamento dessas camisas. Com certeza, era a primeira vez que o Palmeiras tinha à disposição, de uma única vez, quatro camisas de jogos, conforme as imagens

Creio que o lançamento foi ainda no segundo semestre de 1996, e jogamos todo o primeiro semestre de 1997 também. Outra coisa, é que jogamos a Copa do Brasil 1997 com os modelos 3 e 4…

Aguardo observações!


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1997/98… camisa 2

Emendando o comentário do Dário, sobre a camisa de 1998, publiquei o modelo antecessor. Particularmente, gostei deste modelo utilizado no final de 1997 (patrocínio revezado com a Parmalat) e início de 1998. Irei levantar as datas corretas mas adianto que gosto muito desta coleção, composta pela camisa 1 (em 2 tons de verde, divididos pela metade), camisa 2 (esta) e a terceira camisa (listrada nos mesmos tons da primeira, e com escudo do Palestra Itália na manga). Bela camisa feita pela Reebok.


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Uma quebra de paradigma

Estava procurando alguma camisa para falar quando olhei para esta aqui. Aparentemente, nada de mais se não fosse por um porém… a cor do patrocinador. Levantando as “segundas camisas” do Palmeiras, me deparei com patrocínio vermelho (Coca-Cola, 1989 a 1992), azul (Parmalat, 1992 a 2000) e preto com amarelo e vermelho (Agip,1987 a 1988) mas, precisamente esta, me chocou quando a vi pela primeira vez. Não sei se pelo degradê das letras ou por ser um produto e não uma “empresa” mas confesso que essa camisa sempre me incomodou. Ela foi lançada na segundo semestre de 1998, após a conquista da Copa do Brasil.


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O início da Era Parmalat

Essa camisa marcou o início numa nova era no futebol, não só do Palmeiras, mas brasileiro. A co-gestão com a Parmalat foi um marco de modernidade no futebol brasileiro, com administração profissional, craques e títulos, muitos títulos. Essa camisa estreou na noite de 26/04/92 (quase 17 anos!) diante de mais de 18 mil pagantes no Palestra Itália, contra o Cruzeiro, num jogo válido pela primeira fase do campeonato brasileiro daquele ano. Ganhamos por 1×0, gol do atacante Paulo Sérgio, aos 28 do primeiro tempo. Em campo estavam: Carlos, Odair, Toninho, Tonhão e Biro (Galeano); César Sampaio (com a camisa acima), Daniel Frasson, Betinho (César) e Edu Marangon; Márcio e Paulo Sérgio. Técnico: Nelsinho Batista.


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1996 – CEM comentários

Essa, realmente, foi a camisa de um esquadrão. Um time que meteu mais de 100 gols num Campeonato Paulista, mandando goleada em cima de goleada. Rivaldo, Djalminha, Luizão, Muller, Cafu entre outros. Conquistamos o Paulistão 96 perdendo “apenas” 7 pontos (uma derrota para o Guarani, empates contra União S. João e contra eles). A única decepção que esta camisa deu foi na final da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro. De resto, só saudades… E pra quem não lembra, a Almap e a Volkswagen nos presenteou com um anúncio do Gol, que tentarei reproduzí-lo por aqui, em breve.

Detalhe do modelo utilizado no final de 1995, quando sustentávamos o “patch” (que na época era escudo ou “scudetto”) da CBF, pelo título brasileiro de 1994.

Detalhe do modelo usado após a conquista do Paulistão 96, com “patch” da FPF. Valeu pela lembrança, Dário!


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Apenas lembranças boas…

A vitória diante do Sport, pela Libertadores (acabando com uma invencibilidade de quase um ano na Ilha de Lost), me fez lembrar desta camisa, utilizada na final da Libertadores de 1999. Tá certo que a camisa utilizada no jogo diante do Deportivo Cali, aqui no Palestra Itália, não tinha a gloriosa estrela e nem o escudo da Conmebol, mas vale o registro. Essa camisa estreou bem, com vitória diante do Flamengo, em 21/05/99 naquela virada inesquecível por 4 x 2 (gols do Euller aos 41 e 44 do segundo tempo) no Palestra Itália. Depois deste jogo, nem preciso mais lembrar nada…

Colaborou neste post o amigo Dario Gomes, de Recife/PE.


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